A gente não entrega um sistema ligado e um treinamento de duas horas. A gente projeta a operação comercial inteira: funil, regras, cadências, integrações e indicadores, e só depois constrói isso dentro do CRM People, camada por camada.
A única assessoria estratégica capaz de unificar Processos, Automações, IA e CRM.
Faça sua operação B2B abandonar a força bruta e lucrar através da Engenharia de Receita pura.
Todo mundo compra a ferramenta. Quase ninguém compra a operação. Os quatro sinais abaixo aparecem em praticamente toda empresa que nos procura.
O CRM é atualizado na sexta-feira, de memória, para o gestor não cobrar. O dado existe, mas não serve para decidir nada.
Anúncio, indicação, site e WhatsApp caem no mesmo lugar sem origem. No fim do mês não dá para dizer qual canal pagou a conta.
Se o vendedor esquecer, o lead esfria. Não existe régua: existe boa vontade. E boa vontade não escala.
Tem dashboard, tem gráfico, tem número. Só não tem a pergunta que o dono precisa responder na reunião de segunda.
A maior parte dos projetos de CRM no Brasil começa pela tela. O nosso começa pelo processo, e a configuração só acontece depois que a planta está aprovada por você.
Cada camada só é construída depois que a anterior está de pé. É isso que impede o resultado mais comum de projeto de CRM: automação bonita rodando em cima de processo torto.
Toda porta de entrada de lead passa a chegar no CRM com origem carimbada, do formulário ao anúncio, do WhatsApp à prospecção ativa.
Critério objetivo de MQL e SQL, campos obrigatórios que travam o avanço sem informação e distribuição automática com SLA de primeiro contato.
Réguas de contato por etapa, disparadas por gatilho e não por lembrete. WhatsApp oficial, e-mail e ligação registrados no mesmo histórico.
Etapas com critério de passagem escrito, motivos de perda padronizados e regras de higiene que mantêm a base confiável no mês doze, não só no mês um.
O ciclo não termina no fechamento. Onboarding, renovação, reativação de perdidos e indicação voltam a alimentar o topo do funil automaticamente.
Os números que o gestor usa na reunião de segunda: conversão por etapa, previsão do mês, produtividade por vendedor e custo por oportunidade em cada canal.
Nenhuma configuração acontece antes da fase 2 ser aprovada por escrito. Você sabe exatamente o que vai ser construído antes de a construção começar.
Entrevistas com time e gestão, mapa do processo atual, inventário de ferramentas e leitura da base. Onde a receita está vazando hoje.
A planta da operação: funis, campos, critérios, automações por camada, integrações e indicadores. Documento aprovado antes de qualquer clique.
Configuração do ambiente, migração e higiene da base, integrações, automações no ar e testes com dados reais antes do time entrar.
Treinamento separado por papel, rituais de gestão instalados e ajustes finos com o time usando de verdade. Depois, 60 dias de acompanhamento.
Tudo documentado e seu. Se amanhã trocar o gestor comercial, a operação continua de pé.
Como a venda acontece hoje e como vai acontecer, etapa por etapa.
O desenho técnico de funis, campos, regras e integrações.
CRM em produção, com dados reais e o time já dentro.
Duplicados tratados, campos normalizados, origem preenchida.
Cada gatilho, condição e ação escritos, não só ligados.
Os indicadores da reunião semanal, prontos para usar.
Um roteiro curto para vendedor, SDR e gestor. Sem apostila de 80 páginas.
Pauta de reunião semanal e mensal para manter o processo vivo.
Não obrigatoriamente. O diagnóstico avalia a ferramenta atual antes de qualquer recomendação. Se ela sustenta o processo que a gente desenhou, a arquitetura é construída nela mesma. Se não sustenta, você recebe a comparação técnica e decide: a migração para o CRM People é uma opção, não uma condição.
Cerca de seis horas na semana 1 (entrevistas), duas horas na semana 2 (aprovação da planta) e quatro horas na semana 6 (treinamento). Fora isso, a construção é nossa.
É o cenário mais comum aqui. Nesses casos o diagnóstico começa pelo motivo da falha anterior, quase sempre é adoção, não ferramenta. O projeto é ajustado para atacar isso primeiro.
O valor depende do número de usuários, da quantidade de funis e das integrações necessárias. O diagnóstico inicial não tem custo e termina com um escopo fechado, com preço e prazo, antes de qualquer compromisso.
Você fica com toda a documentação e pode tocar sozinho. Quem prefere continuar com evolução contínua (novos funis, novas automações, revisão de indicadores) pode seguir em um plano de sustentação mensal.
Quarenta minutos com um arquiteto de solução da CRM People. Você sai da conversa com o mapa dos gargalos da sua operação, contratando ou não.